Alguns pais não vacinam seus filhos por razões filosóficas ou religiosas, outros pelo receio de reações adversas e por não estarem convencidos de que a relação risco X benefício das vacinas seja favorável, ou ainda pela crença de que as doses podem deixá-las doentes e alérgicas. As polêmicas existentes envolvem diversas vacinas.

É crescente o número de pais que têm decidido não vacinar seus filhos ou ainda, que não se preocupam com a necessidade das doses de reforço das vacinas, e como resultado dessa postura, doenças como coqueluche, sarampo e caxumba vem reaparecendo em diversos países. No Brasil a  incidência de coqueluche entre crianças de 1 a 4 anos passou de 0,5 casos a cada 100 mil habitantes para 8,1 casos entre os anos de 2010 e 2012.

Todo o conhecimento científico acumulado confirma que o risco de desenvolver uma complicação séria em decorrência da vacina é bem menor do que o de contrair a doença que ela previne. Milhões de doses são dadas em todo o mundo, e a esmagadora maioria das pessoas apresenta pouco ou nenhum efeito colateral.

A vacinação é um passo importante para que as crianças (e adultos) tenham uma vida saudável. Sendo importante lembrar que, ao optar por não vacinar, as famílias colocam em risco não apenas seus filhos, mas também todos os que têm contato com eles, como os colegas de escola. Exemplos de reintrodução de doenças preveníveis, como o sarampo, a partir da redução da cobertura vacinal já foram observados em países da Europa e nos Estados Unidos.

A vacinação é uma forma segura de proteger comunidades inteiras de doenças. As vacinas são desenvolvidas de acordo com os mais altos padrões de segurança e estão sujeitas a uma intensa fiscalização por parte das autoridades reguladoras e oficiais de saúde pública. O ideal é que os pais se informem sobre os benefícios e os riscos de cada vacina e sobre os perigos da doença que desejam evitar por meio da vacinação.

Sendo assim, do nascimento até os 5 anos de idade é imprescindível que as crianças estejam com as vacinas em dia. E mesmo após esse período, crianças mais velhas, adolescentes, adultos e idosos também devem atualizar periodicamente seus cartões vacinais.

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