1. A doença

tétano é uma doença infecciosa grave, não contagiosa, causada por uma neurotoxina produzida pelo Clostridium tetani, uma bactéria encontrada comumente no solo. É uma doença  que pode acometer indivíduos de qualquer idade. A infecção se da a partir de lesões na pele e pode levar a morte por asfixia. O tétano neonatal é de alto risco quando as mães não foram vacinadas, pois nesses casos as crianças nascem sem receber anticorpos maternos.

 

2. A vacina

Via: intramuscular

Esquema: 3 doses (0 – 2 – 4 meses)

Reforços: São indicados reforços que variam de acordo com a idade do paciente (vide calendários específicos). Para adultos, recomenda-se uma dose a cada 10 anos.

 Obs.:

 

  • Prevenção pós-exposição: Na presença de ferimentos o médico deve avaliar os riscos e a necessidade da administração da vacina.
  • Imunização primária:
    • Em bebês e crianças, a vacinação primária contra o tétano é feita com vacinas combinadas (Hexavalente e/ou Pentavalente que contem a proteção contra o tétano e outras doenças).
    • Em adultos é também conveniente usar vacinas combinadas para vacinação primária contra o tétano.
  • Dose de reforço para proteção em longo prazo para adultos: Uma dose da vacina tétano 10 anos após a imunização primária e depois, a cada 10 anos, pode ser utilizada também a vacina dTpa a cada 10 anos.
  • Profilaxia de tétano neonatal: Mulheres grávidas que nunca foram imunizadas devem receber uma dose da dTpa e duas doses da vacina contra tétano com dois meses de intervalo entre elas.
    • Gestantes ja vacinadas devem receber uma dose da dTpa a cada gestação, preferencialmente a partir da 20a semana de gestação.

3. Contraindicações/reações adversas 

  • Recomenda-se adiar a vacinação na vigência de doença aguda associada a comprometimento do estado geral, acompanhada ou não por febre.
  • A vacina esta contra indicada em caso de alergia grave a algum componente da vacina.
  • As principais reações adversas apos a vacinação são: dor, febre baixa e mal estar, assim como vermelhidão e edema no local da aplicação. Essas reações não são consideradas graves e não contra indicam posteriores reforços vacinais.
  • Em caso de reações locais recomenda-se aplicação de compressas frias no local e o uso de antitérmico de acordo com a prescrição medica.
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