O primeiro ano de vida é uma constante aprendizagem para o bebê seus pais.  O bebê aprende a mover-se, a relacionar-se, a comunicar-se e também a comer!

Comer bem não é só importante para crescer forte. A alimentação rica e balanceada, na infância, garante bem mais do que o desenvolvimento físico e intelectual, também ajuda a prevenir problemas como anemia, desnutrição, obesidade e até diabetes tipo 2, em idade adulta. Mas não basta seguir uma alimentação saudável, é preciso ofertar a melhor refeição de acordo com a fase da criança e corresponder às necessidades específicas de cada uma delas. O universo da nutrição também caracteriza a infância em períodos.

Quando o bebê tem de 0 a 6 meses,  deve receber única e exclusivamente o leite materno. Na impossibilidade da amamentação ao peito, a criança poderá receber as fórmulas lácteas adequadas e prescritas pelo pediatra ou nutricionista.

Antes dos 6 meses de vida, o organismo do bebê ainda não está completamente adaptado, e apto, para receber alimentos diferentes do leite materno ou fórmulas infantis. Se essa introdução for precoce, a criança poderá ter inúmeros problemas de saúde, como reações de hipersensibilidade (alergias) e intolerâncias, sobrecarga dos rins , fígado, microlesões intestinais, diarreias, prisão de ventre, desnutrição, entre outros.

Crianças não amamentadas ao peito correm até 14 vezes mais risco de morte por diarreia, 4 vezes mais risco de doenças respiratórias e 6 vezes por infecções diversas quando comparadas às que são amamentadas exclusivamente com leite materno até pelo menos os 6 meses de idade. Além disso, a criança amamentada ao peito até seis meses de vida apresenta menor incidência de episódios e uma duração mais curta de otite média secretória, diarreias, prisão de ventre, assim como evita os riscos de contaminação no preparo de alimentos lácteos comerciais e diluições inadequadas, que acabam interferindo no crescimento da criança.

Os sistemas digestório e renal da criança antes dos 6 meses de idade são imaturos, o que limita sua capacidade de tratar com alguns elementos presentes em outros tipos de leite ou alimentos, possibilitando reações de hipersensibilidade ou sobrecarga renal. Não existem relatos sobre a existência de alguma vantagem na introdução precoce de outros leites ou alimentos, que não o leite materno à criança nesta fase, mas são inúmeros os exemplos, provas e estudos comparativos sobre o contrário.

LPC Resultado de Exames

RESULTADO
DE EXAMES